Piadas, poemas e porradas sobre o mundo das coisas e as coisas do mundo. Uma visão desconcertante de tudo o que se imaginava consertado. A prova acabada de que a vida é uma batalha inútil... miltonritzmann@bol.com.br
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Esse lentíssimo juiz

Tem essa outra aqui, enviada pelo Flávio Dias, de Sororcaba:
Ao transitar pelos corredores do fórum, o advogado (e professor) foi chamado por um dos juízes:
- Olha só que erro ortográfico grosseiro temos nesta petição.
Estampado logo na primeira linha do petitório lia-se:
"Esselentíssimo Juiz".
Gargalhando, o magistrado lhe perguntou:
- Por acaso esse advogado foi seu aluno na Faculdade?
- Foi sim - reconheceu o mestre. Mas onde está o erro ortográfico a que o senhor se refere?
O juiz pareceu surpreso:
- Ora, meu caro, acaso você não sabe como se escreve a palavra "Excelentíssimo"?
Então explicou o catedrático:
- Acredito que a expressão pode significar duas coisas diferentes. Se o colega desejava se referir a excelência dos seus serviços, o erro ortográfico efetivamente é grosseiro. Entretanto, se fazia alusão à morosidade da prestação jurisdicional, o equívoco reside apenas na junção inapropriada de duas palavras. O certo então
seria dizer "Esse lentíssimo juiz".
Depois disso, aquele magistrado nunca mais aceitou o tratamento de "Excelentíssimo Juiz" sem antes perguntar:
- Devo receber a expressão como extremo de excelência ou como superlativo de lento?
1959 vs 2010

Aí, pessoal, fiquei uns dias no litoral, comendo camarão e enchendo a cara de Campari. Felizmente, num lugar onde não havia internet, nem sinal de celular. Resultado: minha caixa de e-mails ficou lotada. Passei parte da manhã lendo e apagando e-mails. Alguns leitores enviaram coisas que achei engraçadas. Exemplo foi essa aí, mandada pelo Murilo Santa Cruz, de Fortaleza. Veja:
Cenário 1: João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.
Ano 1959: É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando 1 hora, vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e volta tranqüilo à classe.
Ano 2010: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD, o psiquiatra lhe receita Rivotril. Transforma-se num Zumbí. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.
Cenário 2: Luis quebra o farol de um carro no seu bairro.
Ano 1959: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no traseiro... A Luis nem lhe passa pela cabeça fazer outra nova "cagada", cresce normalmente, vai á universidade e se transforma num profissional de sucesso.
Ano 2010: Prendem o pai de Luis por maltrato. O condenam a 5 anos de reclusão e, por 15 anos deve abster-se de ver seu filho. Sem o guia de uma figura paterna, Luis se volta para a droga, delinqüe e fica preso num presídio especial para adolescentes.
Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho. Sua professora Maria, o encontra chorando e o abraça para confortá-lo.
Ano 1959: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.
Ano 2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual, condenada a três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia. Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos psicológicos, ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida.
Cenário 4: Disciplina escolar
Ano 1959: Fazíamos bagunça na classe... O professor nos dava umas boas palmatórias e chegando em casa nosso velho nos castigava sem piedade.
Ano 2010: Fazemos bagunça na classe. O professor nos pede desculpas por repreender nos e fica com a culpa por faze-lo. Nosso velho vai até o colégio se queixar do docente e para consolá-lo compra uma moto para o filhinho.
Cenário 5: 31 de outubro
Ano 1959: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. Não acontece nada.
Ano 2010: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. A gente sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite, nas mulheres aparece celulite.
Cenário 6: fim das férias.
Ano 1959: Depois de passar férias com toda a família enfiada num gordini depois 15 dias de sol na praia, hora de voltar. No dia seguinte se trabalha e tudo bem.
Ano 2010: Depois de voltar de Cancun, numa viajem 'all inclusive', terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, pânico, attack e seborréia....
Pergunta-se: SERÁ QUE HOUVE EVOLUÇÃO?
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Coisas que fazem o dia valer a pena

All By Myself
Words by Eric Carmen (foto)
Music Based on Serge Rachmaninoff's Piano Concerto No. 2 in C Minor
Recorded by Eric Carmen, 1975 (#2)*
A9 A A9+5 Dm6 A A/G# F#
When I was young I never needed an - y - one
C#m7-5 F#7 Bm Dm6
And makin' love was just for fun --
Fdim E7 A F#7 Dm6 - Fdim - E7/6 - E7
Those days are gone.
A9 A A9+5 Dm6 A A/G# F#
Livin' alone, I think of all the friends I've known;
C#m7-5 F#7 Bm Dm6
But when I dial the tel - e - phone,
Fdim E7 A F#7 Dm6 - Fdim - E7/6 - E7
No - bod - y's home.
Refrain:
A AM7 C#m7-5 F# F#7
All by my - self don't wan - na be
Bm7 Edim Bm7-5 Dm+7 Dm6 E7
All by my - self an - y - more;
A AM7 C#m7-5 F# F#7
All by my - self don't wan - na live
Bm7 Edim Bm7-5 F7 Dm6 E7
All by my - self an - y - more.
A9 A A9+5 Dm6 A A/G# F#
Hard to be sure; some times I feel so in - se - cure,
C#m7-5 F#7 Bm Dm6
And love, so distant and obscure,
Fdim E7 A F#7 Dm6 - Fdim - E7/6 - E7
Remains the cure.
Repeat Refrain:
Dez frases que eu não quero ouvir em 2011

- Nunca antes na história desse país...
- Paga aí que hoje eu tô sem nenhum puto.
- Você dá uma entradinha e o resto a gente parcela em até 12 vezes no cartão.
- Se você não se mexer, não vai doer nada.
- Hoje eu vou preparar uma receita nova pra você.
OOO
- Quem quer dinheirooooooooo?
- A polícia informa que já está na pista dos assassinos.
- Você não me empresta cenhão até sair o vale?
- Eu dou o cu pra um jumento se isso aí acontecer.
- Para reclamações, digite 2. Para novas aquisições, digite 3...
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
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