terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O que é um churrasco?



Colaboração enviada por um amigo. Já é meio manjada, mas publicamos aqui para não perder o freguês...

O QUE É UM CHURRASCO?
(Escrito por uma mulher)

O churrasco é a única coisa que um homem sabe cozinhar, e quando um homem se propõe a realizá-lo, ocorre a seguinte cadeia de acontecimentos:

01 - A mulher vai ao supermercado comprar o que é necessário.
02 - A mulher prepara a salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa
03 - A mulher tempera a carne e a coloca numa bandeja com os talheres necessários, enquanto o homem está deitado próximo à churrasqueira, bebendo uma cerveja.
04 - O homem coloca a carne no fogo.
05 - A mulher vai para dentro de casa para preparar a mesa e verificar o cozimento dos legumes.
06 - A mulher diz ao marido que a carne está queimando.
07 - O homem tira a carne do fogo.
08 - A mulher arranja os pratos e os põe na mesa.
09 - Após a refeição, a mulher traz a sobremesa e lava a louça.
10 - O homem pergunta à mulher se ela apreciou não ter que cozinhar e, diante do ar aborrecido da mulher, conclui que elas nunca estão satisfeitas....


DIREITO DE RESPOSTA
(Escrito por um homem)

01 - Nenhum churrasqueiro, em sã consciência, iria pedir à mulher para fazer as compras para um churrasco, pois ela iria trazer cerveja Kaiser, um monte de bifes, asas de frango e uma peça de picanha de 4,8 Kg que o açougueiro disse ser 'Ótima', pois não conseguiu empurrar para nenhum homem..
02 - Salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa, ela prepara só para as mulheres comerem. Homem só come carne e toma cerveja.
03 - Bandeja com talheres? Só se for para elas. Homem que é homem come churrasco como tira-gosto e belisca com a mão...
04 - Colocar a carne no fogo??? Tá louca??? A carne tem que ir para a grelha ou para um espeto que, a propósito, tem que ser virado a toda hora.
05 - Legumes??? Como eu já disse, só as mulheres comem isso num churrasco.
06 - Carne queimando??? O homem só deixa a carne queimar quando a mulherada reclama: 'Não gosto de carne sangrando'; 'Isto está muito cru'; 'tá viva??'. Após a décima vez que você oferece o mesmo pedaço que estava ao ponto uma hora antes, elas acabam comendo a carne tão macia quanto o espeto e tão suculenta quanto um pedaço de carvão.
07 - Pratos? Só se for para elas mesmas!
08 - Sobremesa? Só se for mais uma Skol.
09 - Lavar louça? Só usei meus dedos!!! (e limpei na bermuda).

Realmente, as mulheres nunca vão entender o que é um churrasco!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Por que a imprensa se cala sobre o mensalão?






Com o nome "site mostra 'saga' de paranaenses no mensalão", recebemos e reproduzimos o texto abaixo. É uma oportuna reflexão sobre o maior escândalo da era Lula que, curiosamente, até hoje não puniu ninguém. Cadê o jornalismo investigativo? Cadê a imprensa desse país?

- Quase oito anos depois de “meterem a mão no jarro”, através do megaescândalo que se tornou conhecido como “mensalão”, seus protagonistas continuam impunes. Pior: reconquistaram cargos através do voto na urna ou estão voltando ao governo, apostando na impunidade ou na proverbial falta de memória do povo brasileiro. É o que ocorre, por exemplo, com José Borba, à época líder do PMDB na Câmara Federal e hoje prefeito de Jandaia do Sul, e com José Genoíno, agora convidado por Nelson Jobim para integrar sua equipe no Ministério da Defesa.
- Embora o mensalão tenha derrubado ministro (José Dirceu) e levado à renúncia de deputados (entre eles o próprio Borba, a fim de escapar da cassação), o caso se arrasta indefinidamente na Justiça e, estranhamente, passou ao largo da campanha presidencial. Agora, o site www.oarquivo.com.br expõe, em nove capítulos, quando se clica no menu “mar de lama”, todos os detalhes da sórdida história que se constitui num dos maiores escândalos da história da República.
- O capítulo 3 é de especial interesse dos paranaenses. Ali é narrado, com riqueza de detalhes, como, no ano de 2003, o deputado federal José Rodrigues Borba entrou em acordo com o núcleo político-partidário do PT formado por José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno e Sílvio Pereira. “Ao contrário dos outros partidos com os quais os dirigentes do PT negociavam, como PP, PL e PTB, uma parcela importante de lideranças do PMDB permaneceu refratária aos acordos que ora eram selados e incluíam remessa de dinheiro e cargos no governo. Parte do PMDB contudo aliou-se ao núcleo petista e um dos expoentes desse acerto foi o líder do PMDB na Câmara dos Deputados José Rodrigues Borba”, explica o texto.
- Como conseqüência da sua insólita situação, o PMDB informalmente dividiu-se: uma parte (a maioria) “influenciada pelo óbulo espúrio” cerrou fileiras com o governo enquanto a outra preferiu um comportamento mais independente. Esta disposição ficou mais evidente principalmente depois que o escândalo do mensalão estourou.
- Como líder do PMDB na bancada da Câmara, José Borba era capaz de inspirar contigentes de deputados de seu partido para que votassem a favor do Governo. Para auxiliar-lhe, Borba tinha a promessa de cargos na administração federal e gratificações financeiras colocadas à sua disposição pelo núcleo político-partidário governista.
- José Borba teve participação na aprovação da reforma da previdência (PEC 40/2003 na sessão do dia 27 de agosto de 2003 e da reforma tributária (PEC 41/2003 na sessão do dia 24 de setembro de 2003.
- Provas materiais dão conta de que José Borba recebeu pelo menos a quantia de 2,1 milhões de reais do esquema ilegal do núcleo de Marcos Valério, que trabalhava para José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno e Sílvio Pereira. De acordo com Valério, Borba recebeu o numerário mediante pagamentos efetuados nas seguintes datas: 16/09/2003 - 250 mil; 25/09/2003 - 250 mil; 20/11/2003 - 200 mil; 27/11/2003 - 200 mil; 04/12/2003 - 200 mil; e 05/07/2004 - R$ 1 milhão de reais.
- Consciente de que os recursos que recebia eram ilegais, José Borba agiu de forma manifesta a ocultar o seu recebimento, como deixou claro um dos depoimentos de Simone Vasconcelos, Diretora-Administrativa da empresa SMPB e operadora externa do núcleo da organização delinqüente liderada por Marcos Valério.
- Segundo Simone Vasconcelos, houve uma circunstância em que José Borba dirigiu-se até a agência do Banco Rural em Brasília para encontrar-se com o tesoureiro do banco José Francisco de Almeida, encarregado de fazer a entrega do dinheiro oriundo do esquema de lavagem. José Borba recusou-se a assinar qualquer documento que pudesse ser indicativo de que ele recebera a quantia. A contenda foi resolvida com a chegada à agência de Simone Vasconcelos que retirou o dinheiro em seu nome e fez a entrega dele a Borba.
- O mesmo capítulo também mostra a performance de outros paranaenses em todo o episódio, entre eles José Carlos Martinez, então comandante do PTB, e o advogado Roberto Bertholdo.
- Há dois meses, falar sobre isso era ter uma atitude golpista ou eleitoreira. Passadas as eleições, porém, trata-se no mínimo de uma boa sugestão de pauta para os editores de política. A quantas anda o processo do mensalão? Qual é a situação de cada um dos principais envolvidos? Quais as perguntas que ainda foram respondidas? Por que houve uma espécie de pacto para que o assunto permanecesse distante do embate eleitoral do ano passado? De onde vem o poder de homens como José Borba, que mesmo sem ser deputado arranca volumosos recursos federais para Jandaia do Sul e até para outras cidades de sua base, no Vale do Ivaí? E o poder de José Dirceu, cujos tentáculos ainda se estendem por vários setores do governo? E de Genoíno, que teve de renunciar ao seu cargo no PT depois do episódio do dólar na cueca, mas agora pode se transformar num dos principais membros do Ministério da Defesa? A quem interessa que o episódio conhecido como mensalão caia no esquecimento e que os envolvidos sejam beneficiados com a mais escandalosa das impunidades?

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Livro expõe praga do nepotismo no mundo


Já imaginou chamar os amigos para uma farra no motel financiada com o dinheiro do contribuinte? Ou colocar seu irmão para negociar com grandes empresas interessadas em pagar menos impostos? Início de governo é sempre assim: pipocam notícias sobre as vantagens de ter um amigo ou parente no poder. Quem realmente se importa? A revolta é por motivos éticos ou por inveja de não ser o beneficiado?
Em mais de 700 páginas, o livro “Em Louvor do Nepotismo” mostra que isso é um tipo de corrupção, os ocupantes de cargos deveriam ser escolhidos pelos seus méritos, e não por relações de parentesco. O favorecimento de familiares é um insulto ao nosso senso de justiça e ao nosso credo da meritocracia, defende Adam Bellow, que escreveu a obra.
Para ele, em países como o Brasil, o nepotismo ganha terreno porque aqui ainda sobrevivem práticas feudais, ou seja, o poder político e econômico ainda está concentrado nas mãos de poucas famílias, clãs que resistem aos sistemas contemporâneos de contratação de pessoal.
Em muitos casos, colocar amigos e parentes em cargos importantes é uma salvaguarda contra denúncias de irregularidades no uso do dinheiro público, pois se conta com um apoio cego, irrestrito, em que todas as decisões do governante devem ser aplaudidas sem pestanejar, sem questionamentos.
A obra relembra os casos clássicos de nepotismo na história da humanidade, como os Borgia, Bonaparte e Rothschild e outras dinastias famosas. Dividido em duas partes, o livro dedica uma inteira para o problema nos Estados Unidos. A primeira parte discorre sobre as origens biológicas da tendência do homem de beneficiar quem faz parte do seu círculo mais íntimo, em tese, quem pode retribuir favores e garantir que seu sobrenome se perpetue.

Leia um trecho de “Em Louvor do Nepotismo”:

*

Segundo recente pesquisa de empresários de vários lugares, o Brasil figura entre os quinze países mais corruptos do mundo. “Como quase sempre conseguem escapar impunes”, escreveu um jornalista, os políticos e funcionários públicos brasileiros “usam a máquina do Estado para obter vantagens pessoais e ajudar amigos e parentes.” O rei do nepotismo brasileiro era um juiz que empregava sessenta e três parentes –entre eles mulher e filhos, sobrinhos, sobrinhas, primos e noras. Todo mês os membros do seu clã embolsavam cerca de 250 mil dólares, ou quase 10% do total da folha de pagamento do Tribunal.

(…)

Da Folha.com

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Só quem é pobre sabe...



- A ansiedade de aguardar na fila da liquidação de começo de ano
- O prazer incomensurável de pagar a última prestação
- A paciência que é preciso ter para aproveitar a pasta de dente até a última microporção
- Que restos mortais de sabonete, devidamente grudados, formam um sabonete novo
- Que um miojo, uma lata de sardinha e um vinho resultam numa refeição dos deuses
- Que ficar 15 minutos escondido dentro de casa geralmente é o tempo suficiente para o cobrador ir embora
- Que é preciso escolher amigos alternados para sair de casa quando se está sem dinheiro, a fim de que a conta não comece a pesar sempre no lombo da mesma vítima
- Que dá pra andar mais 20 quilômetros com segurança depois que acende a luz do painel indicando que o combustível acabou

Disputa de cargos em Brasília

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Marcela, o lado bom de Michel Temer



Pra não dizer que a posse da Dilma foi uma chatice completa e acabada, vi depois, nos sites e blogs, as fotos de Marcela, a bela esposa do vice, Michel Temer. Ex-miss, Marcela não terá muita dificuldade em ser o centro das atenções, numa governo com padrões estéticos do tipo Dilma, Erenice et caterva.

Ecos da posse da Dilma


Resolvi, deriberadamente, desligar a televisão neste final de ano. Uma entrada ou outra no computador, mais para ler e responder e-mails do que para vir aqui fazer qualquer tipo de comentário. De modos que não vi o discurso da Dilma tomando posse, nem qualquer cena da solenidade - que deve ter sido a chatice de sempre. Pra mim, só teria alguma graça se algum terrorista entrasse lá no meio atirando para todo lado. Ninguém poderia esbravejar ou censurar, pois havia poucas horas o governo brasileiro decidira negar a extradição do Cesare Battisti, terrorista que matou quatro pessoas na Itália. A própria Dilma, estrela da festa, ex-guerrilheira que integrou ações terroristas durante a ditadura militar, teria que engolir o intrometido.
No Ano Novo, na hora do almoço, com o que me restou de fígado, ainda consumia doses industriais, num almoço com amigos e familiares, quando alguém ligou a tevê. Não vi, mas ouvi o Sarney cantando o hino nacional. Quase fui vomitar lá no banheiro da edícula.
Já que a Dilma está eleita, agora é esperar que ela coloque o pau na mesa, literalmente, e fale grosso com quem é preciso. Eu começaria por esses usineiros filhos da puta, que amontoam benefícios concedidos pelo governo, mas colocam o preço do etanol na estratosfera, sempre com aquela conversa mole da entressafra...