quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Dez frases que eu não quero ouvir em 2011



- Nunca antes na história desse país...
- Paga aí que hoje eu tô sem nenhum puto.
- Você dá uma entradinha e o resto a gente parcela em até 12 vezes no cartão.
- Se você não se mexer, não vai doer nada.
- Hoje eu vou preparar uma receita nova pra você.
OOO
- Quem quer dinheirooooooooo?
- A polícia informa que já está na pista dos assassinos.
- Você não me empresta cenhão até sair o vale?
- Eu dou o cu pra um jumento se isso aí acontecer.
- Para reclamações, digite 2. Para novas aquisições, digite 3...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Erdogan Karayel - Germany

A maior catástrofe é a burrice



Brasileiro gosta de macaquear os gringos em tudo. Por isso usamos jeans, mascamos chicletes e cantamos músicas da Lady Gaga e dos Rolling Stones. Mas a gente também devia imitar os gringos naquilo que eles têm de bom, como serviços públicos que realmente funcionam, como saúde e segurança pública. E justiça, claro. Em Paris, em 2001, numa volta de barco pelo Rio Sena, com amigos, fiquei me perguntando por que em São Paulo se gasta tanto dinheiro para despoluir e desassorear o Tietê e ele continua sendo, literalmente, um rio de bosta. Por que conseguiram despoluir o Tâmisa, na Inglaterra, a ponto de o rio ter hoje mais de 120 espécies de peixe e voltar a ser navegado por turistas, remadores e velejadores?
Da mesma forma, nesses países o Ministério do Planejamento PLA-NE-JA! É preciso planejar o futuro pensando nas coisas boas, como a aplicação da riqueza, e nas coisas ruins, como as tragédias trazidas todos os anos pelas chuvas. É uma coisa cíclica, natural, que vai acontecer de novo. Por que só depois de 500 anos alguém teve a idéia de pensar num fundo de catástrofe? Porque a maior catástrofe de todas é a suprema estupidez dos governantes. E, obviamente, de uma sociedade que ainda não atingiu um nível de desenvolvimento capaz de eleger, mas não de fiscalizar, de cobrar e, se necessário, punir. Contra a catástrofe maior, que é a estupidez oficial, infelizmente, não parece haver qualquer sistema de segurança.
Salve-se quem puder!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Programa para erradicação da pobreza no Brasil



Depois do Minha Casa, Minha Vida, vem aí o Projeto Bicho Barbeiro. Passou a eleição, companheiro. Agora o buraco é mais embaixo. Casas de 5 metros quadrados, construídas preferencialmente em área de risco (encosta dos morros, áreas alagadas etc), a fim de ajudar a reduzir a pobreza no Brasil. A parceria envolverá, de um lado, as prefeituras, que doarão os terrenos, e do outro o governo, que entrará com o material de construção. Os futuros inquilinos entram com a mão-de-obra (chega de dar mole para esse povo). Cada unidade habitacional custará R$ 500, financiados pelo Banco do Brasil em até 20 anos, e já virá com direito a um kit de 03 ratos, 10 baratas e 10 chupanças. Cada empreendimento receberá também uma infestação de dengue por bimestre, a fim de manter as equipes de combate à dengue em ação, bem como as diretorias regionais, estaduais e nacional que atuam na luta intrépida e tenaz contra este pérfido, sórdido e cruel mosquito.

Realmente: Brasil, um país de tolos!

Presidenta ou presidente?




Do jeito que recebemos de uma leitora:


Presidenta?
Mas, afinal, que palavra é essa?

No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante.
Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do gênero, masculino ou feminino. Se diz capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".
Um exemplo (negativo) seria:
- A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta.

ENTÃO NÃO EXISTE PRESIDENTA!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Genial sacada do Ben Heine

Central figure in 'Band of Brothers' dead at 92By



Deu hoje no site da CNN. É para quem, com eu, é fã da série Band of Brothers. E, claro, sabe ler em inglês (sorry, periferia...).

Washington (CNN) -- Richard "Dick" Winters, a decorated hero of World War II and the central figure in the book and miniseries "Band of Brothers," has died. He would have turned 93 years old in February.
Winters died January 2 and was buried after a private funeral Saturday, according to retired Army Col. Cole Kingseed, a close friend and co-author of Winters' memoirs.
Winters began his career in the Army shortly before the Japanese attacked Pearl Harbor in 1941, and he volunteered to become a paratrooper, according to his wartime memoirs "Beyond Band of Brothers."
He was assigned to E Company, more commonly known as Easy Company, of the 2nd Battalion of the 506th Parachute Infantry Regiment of the Army's 101st Airborne Division.
After months of training in the new tactic of soldiers dropping by parachute behind enemy lines, Winters and the men of Easy Company parachuted into Normandy hours before the first troops hit Omaha and Utah beaches on D-Day, June 6, 1944.
When he landed he discovered he'd lost his "leg bag," the satchel carrying all his weapons, when he jumped out of the plane.
He was behind enemy lines on the most decisive day of World War II with nothing but a knife.
"I later discovered that in our small contingent from Easy Company, we all lost our leg bags and ended up using whatever weapons he could scrounge," Winters wrote in his memoirs. "This was a hell of a way to begin a war."
Still, within hours he organized a small group of troopers to attack a German artillery position. They took out nearly two dozen Nazi soldiers and four large cannons which had been firing on American troops landing on the beaches.
His actions that day earned Winters the Distinguished Service Cross, the second highest medal for valor in the U.S. military. There is still an effort underway to have that medal upgraded to a Medal of Honor, an action the humble Winters never supported.
Kingseed said Winters told him, referring to the men he commanded in Europe, that "war does not make men great, but sometimes, war brings out the greatness in men."
D-Day also cost Easy Company the life of its commander, which put then-Lt. Winters in command of the unit.