sexta-feira, 4 de março de 2011

quinta-feira, 3 de março de 2011

Terapia de grupo



Quatro pacientes estão reunidos na sala, com o seu terapeuta. O terapeuta pede que se apresentem, que digam qual é sua atividade,e comentem, porque a exercem. O primeiro diz:
- Me chamo Francisco, sou médico porque me agrada tratar da saúde e cuidar das pessoas.
O segundo se apresenta:
- Me chamo Ângelo. Sou arquiteto porque me preocupa a qualidade de vida das pessoas e como vivem.
A terceira fala:
- Meu nome é Maria e sou lésbica. Sou lésbica porque adoro peitos e bundas femininas e fico louca só de pensar em fazer sexo com mulheres.
O quarto, um mineirinho, diz:
- Sô o Tunico e inté gorinha memo achava qui era pedrêro, mais cabei de discubri qui sô é lésbico...

quarta-feira, 2 de março de 2011

Fora Kadafi!




- Gaddafi out!
- Gaddafi uit!
- Gaddafi jashtë!
- Gaddafi raus!
- القذافي خارجا!
- Gaddafi դուրս!
- Ko Gaddafi!
- Кадафі з!
- Кадафи се!
- Izvan Gadafi!
- Udenfor Gaddafi
- Zunaj Gaddafi
- קדאפי החוצה!
- Gaddafi amach!
- Gaddafi út!
- Gheddafi fuori!
- Kadafi się!
- Каддафи из!
- Kaddáfí se!
- Dışarı Kaddafi!
- גאַדדאַפי אויס!

Estão Todas as Verdades à Espera em Todas as Coisas




Estão todas as verdades
à espera em todas as coisas:
não apressam o próprio nascimento
nem a ele se opõem,
não carecem do fórceps do obstetra,
e para mim a menos significante
é grande como todas.
(Que pode haver de maior ou menor
que um toque?)

Sermões e lógicas jamais convencem
o peso da noite cala bem mais
fundo em minha alma.

(Só o que se prova
a qualquer homem ou mulher,
é que é;
só o que ninguém pode negar,
é que é.)

Um minuto e uma gota de mim
tranquilizam o meu cérebro:
eu acredito que torrões de barro
podem vir a ser lâmpadas e amantes,
que um manual de manuais é a carne
de um homem ou mulher,
e que num ápice ou numa flor
está o sentimento de um pelo outro,
e hão-de ramificar-se ao infinito
a começar daí
até que essa lição venha a ser de todos,
e um e todos nos possam deleitar
e nós a eles.

Walt Whitman, in "Leaves of Grass"

Lição relâmpago de marketi

terça-feira, 1 de março de 2011

Paraguai, a sucursal do inferno



Estive no final de semana no Paraguai. De novo, pois já tinha estado outras vezes. Na verdade, fui participar de um evento em Foz do Iguaçu, durante a semana toda, e na sexta aproveitei para comprar uma dessas filmadoras portáteis, que gravam as imagens em HD.
Nenhuma impressão nova sobre o Paraguai. O fato pitoresco foi que um cara correu atrás de mim, na Ponte da Amizade (sic), e tentou me dar um choque no pescoço para roubar a câmera. Eu atravessava a ponte a pé, em meio a uma verdadeira procissão de muambeiros, pois havia deixado o carro do lado de cá. Imagino que quem deu a dica para o bandido - ou, quem sabe, até encomendou o "serviço" - foi o próprio funcionário da loja onde comprei o equipamento por US$ 350.
O fato é que ou a máquina de choque não funcionou direito ou o choque pegou meio sem jeito. Senti apenas um formigamento, virei para trás gritando com o feladaputa, que correu até o meio da pista, onde um comparsa já aguardava em cima de uma moto. O sujeito pulou na garupa e os dois sumiram entre os carros. Meus amigos e mesmo outras pessoas ficaram gritando palavrões, injuriados com a ousadia dos bandidos. Felizmente, só um susto.
Ao chegar na alfândega, outro susto: fui barrado na revista. Como a cota é de US$ 300, uma senhora me pediu que voltasse até uma banca e preenchesse uma guia. Eu o fiz, irritado (meus amigos haviam passado ilesos e riam de mim à distância). Quando voltei com a papeleta, a tia estava do outro lado, acudindo outra situação. Ou seja: falta gente naquela bosta. Fiquei esperando e nada de a mulher desocupar. Resultado: passei com papeleta e tudo, entrei no carro e fui embora, convencido, por exepriência própria, que a coisa mais ridícula do mundo é a fiscalização que o Brasil faz em suas fronteiras.
A experiência toda, confesso, me deixou ligeiramente chocado...

david baldinger - USA